Es lo que hay

Acho que de todas as expressões espanholas, “es lo que hay” é a minha favorita. Em sua tradução literal: é o que há!

Mais que da simples tradução, gosto da maneira como ela é empregada, es lo que hay é definitivo! Não deixa dúvidas, não deixa margem para discussão. Não é a melhor nem a pior opção, goste ou não goste, é a única que existe. Ela embute um “aceite”, um “é o melhor possível”, com uma pitada de “se vira negão” é “pegar ou largar”. Até me atrevo a reconhecer certo toque otimista, afinal de contas, em um país com a tradição de que o bom é o “de toda la vida”, o que já existe não pode ser de todo ruim.

Enfim, o fato é que há alguns anos, frequentemente, es lo que hay, me cai como uma luva!

Estou em pleno inferno astral, falta menos de um mês para o próximo aniversário. Faço em breve 44 anos. Não gosto do número 4, por representar a morte, mas dobrado por outro 4, soma 8, símbolo do infinito. Portanto, dentro da minha loucura numero(pato)lógica, parece promissor. Tenho nítida a sensação de que tanto escutei falar, que o tempo voa.

No último ano, envelhecer tem sido um tema recorrente em meu pensamento. Talvez seja uma preocupação que vá numa direção crescente daqui por diante, não sei. E não vou negar, a experiência não tem sido exatamente uma delícia.

Acho que houve um conjunto de fatores que contribuíram para me sentir um pouco velha, sem querer usar essa palavra de maneira pejorativa. Uso porque não há outra, es lo que hay. A não possibilidade de gerar um filho pela decisão tardia; a convivência com problemas de saúde, tanto na nossa família, quanto nas famílias de amigos da nossa geração; mortes de gente próxima; reclamações de amigos com dores e doenças que antes eram coisas das minhas avós; enxergamos cada vez pior; as menopáusicas já não são as amigas da minha mãe, são minhas amigas, em breve serei eu, poderia ser eu. O círculo está se fechando e tudo isso está cada vez mais próximo e frequente, o futuro chegou.

Várias vezes, me pego pensando: Caraca, envelheci! Estou velha! Admito que o pensamento que segue é: que merda! Era isso que eu tinha que achar bom? Essa é a parte bonita da vida? Jura?

Filosofia é poesia, já dizia minha avó, limitações são um saco! E não há como dourar a pílula, envelhecer traz uma pancada de limitações! Algumas bastante duras! E, sim, já entendi que, no meu caso e na minha idade, isso ainda não é nada, vai piorar!

Daí vem aquela conversinha de que a gente não envelhece se o espírito continuar jovem e blá, blá, blá… Fala sério! Como, por exemplo, eu faria para meu espírito deixar de se concentrar nos meus quadris? E para ele se recuperar da ressaca mais rápido? E para parar de nascer esses humilhantes (taquêopariu) fios de barba? E para a orelha não crescer?

Ah, mas essa é a parte física, estética e tal. O importante é que você esteja bem por dentro, em sua essência. Ok, meu fígado segue lindo! Beleza! E juro que a essa altura, nem irônica estou sendo, porque minha saúde passou a ocupar uma prioridade absurda! Sabe como é, coisa de quem está ficando velha!

Então, vim aqui só para reclamar? Não há esperança?

Veja bem, esperança que eu vá rejuvenescer, nenhuma! Não vou tocar violino, não serei bailarina nem ginasta olímpica. Acontece que eu nunca fui mesmo. Es lo que hay. E é aí que essa história dá uma guinada.

Há um bom tempo, não tinha mais vontade de sair em fotografias nem de comprar roupas. Diversas vezes, olhava minha imagem no espelho ou em fotos atuais e, sinceramente, não me reconhecia. Achava que estava fora do peso, o ângulo da foto não favorecia, ficava insatisfeita. Não me reconhecia mesmo! Parecia ver outra pessoa.

Custei a entender que o tal problema era que meu cérebro ainda me imaginava mais jovem, por isso havia esse estranhamento. Não percebia ou não queria ver o que me tornei. Acho que ainda estava esperando “voltar” a ser como era. Isso quer dizer que não aceitava envelhecer? Não, só quer dizer que não entendia que já havia envelhecido. A ficha não havia caído!

Um belo dia, me arrumando para sair, não encontrava uma santa roupa que me agradasse. Tipicamente feminino! Uma me engordava, a calça marcava, o rímel não estava simétrico… acho que não quero sair…

Até que, diante do espelho, tive uma revelação bíblica! Não, Bianca, a roupa não te engorda, você engordou! Seu corpo mudou! A calça não te marca o que não existe! O rosto humano não é simétrico e sua pálpebra direita está meio caída mesmo! Você é assim.

Caramba, eu sou assim!

Não vou dizer que fiquei radiante, seguia havendo vários pontos que gostaria de melhorar, mas o que iria fazer, me esconder para sempre? Curiosamente e contra todas as minhas próprias expectativas, a única frase que me veio à cabeça foi um retumbante: es lo que hay!

Não pensei mais, resolvido!

E foi uma das melhores sensações de alívio da minha vida! Um foda-se gutural. Saí com a roupa que me engordava, a calça que me marcava e com a maquiagem imperfeita. Francamente, sabe quantas pessoas acho que notaram todos esses enormes problemas? Ninguém! Eu mesma esqueci depois que passei da porta!

O ponto é que, certamente, há algum tempo, se essa mesma situação acontecesse, é bem provável que ao invés de aliviada, me sentisse insegura. Levei quase meio século para me olhar no espelho, ver que tenho pontos que gostaria de mudar, aceitá-los como são e decidir que, sinceramente, tenho coisas mais importantes para me preocupar. Es lo que hay!

E isso, não tem jeito, você só entende de verdade, nas suas entranhas, envelhecendo. Acredite se quiser, não é que tem uma parte muito boa? Sua perspectiva do que é importante muda.

Por exemplo, não quero mais fazer uma dieta radical, não porque não possa ou não consiga. Eu simplesmente não quero perder um momento de prazer porque sei que eles são raros e podem acabar amanhã. Já não é mais uma possibilidade remota, eu sei e sinto que realmente podem acabar amanhã!

Vamos combinar, Luiz está comigo há 20 anos! Não é possível que ainda exista algum “defeito” em mim que ele não tenha notado ou visto em 32 ângulos diferentes! Se isso não foi um problema sério até o momento, por que mesmo deveria ser agora? Sem nenhuma demagogia, valerá mais uns centímetros nos quadris ou passar uma noite ótima, gastronômica, divertida?

Talvez, minha visão ter piorado não seja de todo ruim. Deixei de ver uma série de defeitos nos outros e em mim mesma. Nem estou sendo filosófica, é que não enxergo! É difícil achar uma pessoa da minha idade em diante realmente feia. A gente fica cada vez mais parecido, padronizado, vamos ficando todos com caras de irmãos! Ou talvez, a gente passe a prestar atenção em coisas que sejam mais importantes.

A primeira vez que aceitei óculos emprestados em um restaurante para ler o cardápio, me pareceu quase constrangedor, surrealista. Hoje em dia, depois de repetir a experiência algumas vezes, inclusive emprestando meus próprios óculos, acho solidário e divertido, chego a me sentir compreendida. Assim é a vida, es lo que hay!

Não defendo o relaxamento, não gosto de gente que parece que se entregou, deixou para lá, desistiu. Acredito que a gente deva fazer o melhor possível para se cuidar. Só conto que, com toda honestidade, finalmente me olho no espelho tranquila, independente de estar ou não na melhor forma. Esse dia chegou! E é um alívio.

Curiosamente, a partir daí comecei a emagrecer um pouco. Meu preparo físico melhorou muito. Pelo menos, nos padrões que considero importantes hoje. Consegui começar a correr de verdade, quatro a cinco vezes na semana, chego quase aos 7 km e sigo aumentando, o que considero um verdadeiro milagre. O que mudou? Parei de pensar que corria para emagrecer, coloquei metas baseadas no aumento da minha própria capacidade e não comparativas. Não sei como será daqui para frente, mas é um bom começo.

E começar qualquer coisa a essa altura do campeonato é um privilégio que aprendi a valorizar. Preciso de fôlego, de maior capacidade cardiovascular, de ossos fortes, de postura correta e de tantas outras coisas que farão minha vida melhor e com menos dor. Se no pacote vierem belas panturrilhas e uma bunda mais dura, maravilha, mas sei bem o que me fará mais falta nos próximos anos e, portanto, estão claras minhas prioridades.

Gostaria de haver me sentido antes assim, de ter me aceitado melhor mais cedo, mas fazer o que? Precisei desse tempo e foi mérito da idade. Acho engraçado ver fotos antigas e lembrar de tudo que eu não gostava, quando francamente e modéstia às favas, estava ótima! Por que havia sempre alguma coisa que eu não estava satisfeita? Qual era o grande problema mesmo no meu cabelo, nas minhas pernas ou nas minhas orelhas? Se eu tiver sorte, no futuro, olharei minhas fotos recentes, aquelas que hoje nem gosto tanto, e desejarei ter a mesma energia, a mesma pele e o mesmo pique.

O mais provável é que no fundo deseje ter as mesmas pessoas queridas em volta, saudáveis, vivas, e quem sabe, ainda me emprestando os óculos quando eu esquecer. Preciso gastar menos tempo para escolher a roupa, não por falta de vaidade, mas porque cada vez teremos menos tempo e ponto, então, melhor contar que prestarão mais atenção no meu sorriso. E esse, não me custa oferecer e que não me custe nunca!

Às vezes, a vida pode ser bastante dura, mas nem sempre. Também pode ser divertida ou, pelo menos, justa. Ela é o que é, tão óbvio assim. E se aceitamos o que nos cabe e tentamos melhorar o que for possível, aproveitamos o que há de melhor. Afinal, es lo que hay!

E, es lo que hay, é libertador.

25 comentários em “Es lo que hay”

  1. Te amo, Bi! Acho que hj você leu meus pensamentos… ou melhor ainda, conseguiu traduzir algumas coisas que estava sentindo e ainda não tinha conseguido entender!! Obrigada!

  2. Nossa Bianca ! Que texto maravilhoso. Você estava inspirada e é assim mesmo que nos sentimos quando nos damos conta do tempo que está passando. Sinal que você está presente ! Sim, porque se não estamos presentes, outras coisas nos atrapalham o pensamento e não nos damos conta da situação atual. Mas perceber como estamos e o que é possível mudar (e o que não é possível) é sim libertador.

    Um beijão para você e para o Luiz.

    PB

  3. Querida Tati, nossa sintonia não é de hoje 😉 Você sabe que a recíproca é verdadeira, “tamu juntu”… rsrsrsrsrs… Beijão

  4. Biancosa, MARAVILHOSO!!!! Entendo perfeitamente o fio de pensamento, e divido com voce os receios, conquistas e definicoes 🙂 Hoje me vejo em situacoes que a minha reacao e COMPLETAMENTE DIFERENTE se eu me encontrasse na mesma situacao ha anos atras. Outro dia mesmo, fiz uma viagem de 2 dias (um para a fabrica e outro no escritorio). Roupas completamente differentes. Mas, logico como Murphy’s law, no final do segundo dia, o pessoal da fabrica me pediu para voltar na proxima manha. E agora???? Minha roupa (calca e blusa) estao bem empoeiradas de cemento, e eu nao vou colocar de novo. A segunda opcao, e um vestido para o escritorio.
    Se fosse ha uns anos atras, eu sairia como uma louca para qualquer lugar para comprar uma roupa nova 🙂 Well……. ja passei dos 40 (sim, tenho 44!!!!!) e sou uma mulher super definida: EU SEI QUEM EU SOU, de calca e blusa ou de saia!! Sem duvida, na manha seguinte, estava eu vestida de vestido com botas de ponta de ferro, hahahahahahaha Capacete, oculos e colete de seguranca em cima do vestido! Fui a noticia do dia na empresa (sorte que nao sai na capa do jornal interno no dia seguinte), mas nao me abalou nem um pouco.
    Cada idade e linda, e o mais bonito e olhar para o passado, ter historias para contar, ter amigos para dividir, e dizer: eu fiz, eu senti, eu passei, eu visitei, eu amei, eu sofri, eu sorri, eu gargalhei!!!!!
    Jornada da vida, minha amiga do coracao e madrinha de casamento (sem deixar de chamar de marida :):)).
    Beijos com muita tranquilidade nesse coracao que bate e sente, como uma MULHER DE 44 ANOS MARAVILHOSA!!!!!
    Te amo muito!

  5. Oi Bia, passei por um pouco de insegurança quando fiz 40 anos. Achei assustador. Depois fui me acostumando e hoje aos 68 anos já coloquei meu chapéu violeta. Faço o que gosto e procuro aproveitar todos os minutinhos da minha vida dentro do possível. Quanto as rugas ou pálpebras ou orelhas e etc tem muitos médicos que podem fazer uma reforma geral. O mais importante é a gente manter sempre um sorriso no rosto por pior que esteja a situação. O bom humor ajuda muito. Você sabe que só vivo rindo. Pode voltar a se olhar várias vezes no seu espelho e verá uma bela imagem. Eu lhe acho linda, nunca vi nada errado e gosto de você mais gordinha kkkkkk
    Eu lhe amo de qualquer jeito. Muitos beijos

  6. Oi, mãe! Mas sua opinião é suspeita, né? rsrsrsrsrsrs… E também acho o bom humor um excelente remédio e “embelezador”.Te amo! Beijo

  7. Oi, marida! Pois é, você de vestido e todos os apetrechos devia estar uma gracinha… rsrsrsrsrs… mas garanto que fez sucesso! Histórias, seguramente, temos várias ótimas, muitas delas em comum 😉 Um prazer e um privilégio! Beijão

  8. Bi, que maravilha!!!! Adoro a maneira que vc escreve e pra mim já deveria ter colocado todas essas crônicas num livro ou poderia estar tranquilamente escrevendo semanalmente em alguma revista. 😉 Me enxerguei várias vezes como vc relatou e com aquela sensaçao de defeitos múltiplos… Como a gente perde tempo desejando coisas ao invés de valorizar as que já temos… Qta perda de tempo nao é mesmo? Es lo que hay tb é minha expressao preferida e é simplesmente perfeita! Beijao e a maratona de espera! 🙂

  9. Muitas vezes queria que o teu blog tivesse uma opção “Like”. Hoje era tudo o que eu gostaria de dizer. Já percebi mudanças semelhantes, mas ainda náo me conscientizei que “es lo que hay”. Espero que aconteça logo pois como você disse o tempo fica cada vez mais curto. 😦

  10. Oi, Claudia! O blog tem a opção “like” sim, aparece como “gosto” e uma estrelinha no fim do texto! E tenho essa sensação também, às vezes, não tenho muito o que responder, mas quero dizer que gostei dos comentários. E nos comentários, realmente, não há a opção “like”, infelizmente. Enfim, tranquila, vai chegar essa hora do es lo que hay no seu tempo 🙂 Beijo

  11. Obrigada, dona Têla! Menina, adoraria que alguma revista me contratasse e eu ganhasse alguma coisa por escrever… rsrsrsrsrsrs… mas tudo bem, tá valendo como economia em terapia! 😉 Maratona eu ainda tenho preguiça até de pensar… rsrsrsrsrsrs… mas meia maratona é meu objetivo para o ano que vem, vamos ver. Tem umas corridinhas de mais ou menos 10 Km que parecem legais também. Beijo

  12. Uma vez, enquanto uma de minhas sobrinhas me maquiava, comentou algo que me deixou, num primeiro momento perplexa:
    – “Eca, Tati! Tua pelanquinha de cima do olho é flácida!”
    Enquanto ela sorria passando a sombra, meu mundo desabava, não havia me dado conta de que minha pelanquinha de cima do olho era flácida (e nem sabia que isso tb sofria os efeitos da flacidez). Alguns minutos depois, quando ela foi maquiar a irmã, minha sobrinha tb, 5 anos mais nova que eu, fez o mesmo comentário. E então fiquei feliz … simplesmente pq caiu a ficha de que ninguém escapa 🙂
    Adorei seu texto! Gosto muito da maneira como vc escreve, como relata e dessa facilidade de abrir o coração e escrever sobre si mesmo.
    Bjos!

  13. Bianca, sou muito fã dos seus textos. Caí aqui quando estava lendo sobre o caminho de Santiago pois adoro ler blog de viagens. Amei a maneira espontânea como você se mostra e não perco um post. Compartilho da sua opinião que é um alívio se aceitar e encarar a passagem do tempo de frente.
    Também estou pensando numa meia maratona para o ano que vem. Nesta semana correrei 10 milhas, se conseguir. Se não conseguir, es lo que hay!
    Beijos!

  14. Georgia, muito obrigada e seja bem vinda! Será que a gente se encontra em uma meia maratona ano que vem? Ainda não consigo correr 10 milhas… rsrsrsrsrsrs… nem nos 10 Km cheguei… mas seguirei tentando! Depois me diz se você conseguiu, para mim ajuda na motivação 🙂 Beijo

  15. Bianca, conto sim! É mais fácil passar dos 10k para 16k que dos 5k para 10K. Tenha certeza disso e siga tentando. Correr é muito bom!!! Quase tão bom quanto uma noitada gastronômica daquelas! Vamos rumo aos 21!
    Beijos!

  16. Pois é, muita gente me diz isso! Tenho esperança que ficará mais fácil… rsrsrsrsrs… mas por enquanto, ainda sofro! Os primeiros 2Km são os que mais custam sempre; pelos 4km, me animo, mudo até a música para ajudar; pelos 6km, estou cansada achando que não vou aguentar, mas quem sabe um pouco mais… e o máximo que cheguei foi aos 7.5Km. Volto para casa rindo sozinha pela rua, devo ter endorfina transbordando pelas orelhas! Daqui a pouquinho, vou para academia, ver se bato essa marca hoje, quem sabe 😉 Bora lá, rumo aos 21! (PS: sigo preferindo a noitada gastronômica :D) Beijo

  17. HAHAHA, também prefiro a noitada gastronômica. Bianca, se é que vc ainda não está seguindo uma planilha de corrida, há várias disponíveis na internet. Vc progride bem mais rápido variando os treinos.
    Rumo aos 21!
    Beijos!

  18. Opa! Vou procurar esse negócio de planilha de corrida então! Boa dica! Tenho um personal trainer uma vez na semana que me dá umas dicas, mas a corrida não faz parte do nosso programa. Aliás, vou procurar agora! Hoje fiz 8km, vamos ver se levanto amanhã! 🙂

  19. Oi Bianca, como estão as corridas? Aquelas 10 milhas foram ótimas, deu tudo certo. Viajei de férias e agora vou voltar à ativa.
    Vamo que vamo!
    Beijos!!!

  20. Oi, Georgia! Por aqui, tudo bem, mas tenho viajado direto e está difícil até ter um tempinho para escrever, acho que essa semana eu consigo dar uma atualizada no blog 😉 Adorei saber que deu tudo certo na sua corrida, sempre uma motivação a mais, né? Obrigada por dar notícias! Cheguei aos 10km, que era minha proposta para até o fim desse ano. Agora vou tentar aumentar a velocidade e chegar melhor, mas só devo começar a aumentar essa distância no ano que vem. Meu personal disse que vai me montar um programa de corrida e daí pretendo seguir direitinho, vamo que vamo! 😀 Beijo

  21. Que legal, Bianca. Os primeiros 10k a gente nunca esquece!
    Quase morri de felicidade quando corri os meus primeiros 10k (tenho a camiseta guardada até hoje, acredita?)
    Recomecei os treinos mas ainda estou “devagar”. Quero fazer uma meia em meados de fevereiro. O difícil é conciliar a vida louca com os treinos em ritmo de final de ano. Vamos ver se dá, né?
    Vamo que vamo! Aguardando posts novos! 🙂
    Beijos!

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