Meu pé esquerdo

Consegui quebrar um dedinho do pé esquerdo. Pior, nem foi fazendo nada radical ou interessante, foi uma porcaria de tampa de panela que despencou em cima dele, ou seja, nada mais doméstico!

 

Não se engessa dedo de pé, a única coisa que resta a fazer é imobilizá-lo o melhor possível e ficar de molho. Portanto, nem me dei ao trabalho de mofar em uma emergência de hospital para um médico me atender de má vontade e receitar uma aspirina! Não preciso de ajuda para alimentar minha mala leche.

 

O curioso, e nem um pouco legal, é que finalmente meus pés pareciam curados. Até meu dedinho do pé direito ressucitou! Havia quase um mês que ele estava meio dormente. Além do mais, agora que todo mundo sabe que gosto de caminhar, tem me surgido mais companhia e virei a andarilha de plantão! O que na verdade bem que gosto.

 

Pois bem, no dia do pseudo acidente Luiz estava viajando e uma amiga acabou dormindo por aqui, com a promessa de caminharmos no dia seguinte de manhã. Na hora de por a louça na máquina, a merda da tampa caiu no meu dedo. Foi bem dolorido, mas não achei que fosse muito mais longe que isso, minha tolerância a dor, principalmente nos pés, melhorou muito. Fomos dormir e no dia seguinte o dedo parecia uma bolinha avermelhada e uma parte um pouco roxa. Fui falar com ela, olha, acho que quebrei o dedo. Será que dá para andar assim? Felizmente, ela tem mais bom senso que eu e achou que poderia até aguentar a dor, mas que provavelmente fosse andar toda torta e acabaria por machucar outra coisa. Paciência.

 

No mesmo dia, outra amiga ligou me chamando para caminhar em um parque perto da casa dela. Lá fui eu explicar a saga do dedinho…

 

Fazer o que? Terminei de assistir a segunda temporada de House, meu mais novo vício e acho que vou procurar uma bengala igual a dele para fazer charme. Tive uma idéia, acho que vou usar meu stick de caminhada, o mesmo que usei no Caminho de Santiago.

 

Espero melhorar em breve porque temos viagem de férias marcada para o fim da semana que vem. Vamos até Amsterdam de carro e voltamos parando pelo caminho. Nesse caso, a idéia da bengala já não parece tão charmosa.

 

Fora que ficar internada em casa em pleno verão é de matar!

 

Ai, ai… lá vou eu brincar de estátua.

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