BULA
Esse blog é recomendado às pessoas que gostem de aproveitar a vida. Funciona para os que querem se distrair, se identificar, viajar, pensar um pouco, falar da sua própria vida e espiar a minha.
MODO DE USAR
O conteúdo está dividido em 8 categorias, que você pode ver e clicar logo à sua direita. Nosso menu dispões de:
- Crônicas: são as crônicas madrileñas, atualizadas mais ou menos semanalmente. Moro em Madri desde abril de 2005, nessa categoria se encontram as escritas a partir de 2008.
- Tá na mesa: receitas de comidinhas e dicas para receber amigos em casa.
- Madame B: a famosa guru de palpites, consultora holística para assuntos aleatórios. Em outras palavras, você conta sua história e eu dou palpite na sua vida. Se ficar sem graça em escrever nos comentários, envie para biancablog11@gmail.com
- Minha Vida de Caracol: crônicas escritas no primeiro ano morando em Madri.
- Troca de Pele: crônicas escritas no segundo ano em Madri.
- Limbo: crônicas escritas entre o segundo e o terceiro ano em Madri.
- Desvios do Caminho: a experiência de trilhar os últimos 200 km do Caminho de Santiago.
- Sefodeaí.com: sinto muito, mas algumas coisas só um bom palavrão desabafa. Esse espaço também é aberto para escritores convidados contarem aquelas situações reais que ninguém merece!
RECOMENDAÇÕES
Pode ser consumido sem moderação, mas mantenha o respeito!

Ah, eu já te achei!!!!!! Já tô adorando!!!!! Bjs!
Oi, Selma!
… mas que rápida! Ainda nem divulguei… hehehehehe… bem vinda!
Besitos, Bianca
Oi Bianca
Esses outros endereços como por exemplo nós na Coreia é o que? um espaço pro povo poder colocar seus blogs?
Legal, qual deles é de receitinhas?
Beijos
Bibi, estou me deleitando com o novo BLOG , nao consigo sair daqui pra dormir rsrsrs
Beijossssss
Oi, Didis! Seja bem vinda!
Oi, Marianne! Os meus textos estão em “categorias” e o das receitinhas é o “tá na mesa”. No “blogroll”, são blogs de outras pessoas que leio e recomendo.
Besitos
Oi amiga! Era esse o tão esperado projeto? Ficou muito show! E olha que não sou do tipo que fica rasgando seda…rss….mas e cronicas madrilenhas? pensa em dar um “up” nele tabém? por que nao traz ele pro WordPress? Vou agora fazer a divulgação do seu novo blog! tchau!!!
Oi Bianca!!
Adorei o novo blog!! Bem “clean”,facilitou a leitura por causa do branco, sei la devo ter algum problema com o vermelho rsssss
Sucesso!!!
Beijos
Oi, Roberto! Sim, finalmente, né? Na verdade, ainda tenho que aprender a mexer melhor e acertar algumas coisinhas, mas cheguei a conclusão que era mais prático botar para rodar de uma vez e ir melhorando. Pois então, vou manter o blog das crônicas madrileñas por um tempo, porque muita gente tem o endereço de lá, mas a tendência é ficar só com o buraco da fechadura mesmo. É mais fácil para mim centralizar tudo, aqui tenho mais recursos e cada um lê o que preferir.
Além disso, aqui consigo colocar o blog dos irmãos no blogroll, você viu? ;D
Besitos
Oi, Carolina! Obrigada! Volte sempre!
Besitos
Oi Bia, agora descobri porque vc sumiu!
Gostei muito do título “Buraco da Fechadura” e também da disposição dos artigos. Gostei do fundo branco. Gostei de tudo.
Beijos nas bochechas
Oi, Dona Ceissa!
Descobriu? Acho que todo mundo gostou mais desse fundo branco e eu também. Besitos
Oi Bianca, oi Luiz, Que legal !!!!! Vou mandar minhas contribuições…. hehehehe….
Vou pra Argentina na segunda 03/03.
Bjs,
PB
Oi Tia Bi!
Gostei muito de tudo, parabéns!
Beijos nos dois!
Por falar nisto com estão os quebra-quebra por aí???
É só a televisão ou a coisa está séria mesma?
Oi, Baratinha! Já te achei passeando por aí! Volte sempre!
Besitos
Oi, Marco! Legal te ver por aqui, seja bem vindo e obrigada! Bom, como não sei exatamente de que quebra-quebra você está falando, imagino que deva haver algum exagero na TV, não?
Beijão para vocês e um especial para o Pedrão!
Oi Bianca! Gostei da proposta do novo blog!
Show de bola Madame Bianca! Ficou muito legal! Gostei de tudo! O visual “blanquinho” também é 10. Parabéns!! Besitos
Muito legal, Bianca. Vou ler com calma nos proximos dias, mas da’ pra perceber que a producao continua a toda por ai, em terras ibericas.
Bj,
Renato
Oi, Glend’s! Obrigada! Volte sempre!
Oi, Madame Anlene! Acho que todo mundo gostou mais do “blanquinho”. Obrigada! Viu que o seu blog tá na lista?
Oi, Renato! Fique à vontade! Tem algumas coisas que já estavam nos outros blogs, simplesmente reuni tudo aqui. E algumas novidades que não tinha recursos para fazer no blog antigo das crônicas. Acho que ainda dá para melhorar muito, estou aprendendo a usar a ferramenta, não é tão complicado, mas toma tempo.
Besitos a todos
Bom dia Bianca!
Nesse novo padrao,com as categorias,ficou ótimo,original,diferente,porém…como brasileira, residencia fixa em Madrid, ñ concordo com a tua visao sobre a cultura Ibérica. Quem ñ conhece,ficará assustado,terá uma conclusao negativa. Vivo aqui,noivo espanhol,tenho meu círculo de amizades, e garanto, em meu vocabulário espanhol ñ há nenhuma palabrota ou linguagem popular,pois quem faz o ambiente é a própria pessoa. Amo Madrid! A culinária, clima,etc…óbvio que ñ é tudo perfeito,mas a vejo de uma forma positiva,creio que é por isso que automaticamente atraio situaçoes idem. “Tu eres o único que cria a tua própria realidade”. Somos mulheres cosmopolitas e sabemos que, generalizar é equivocar. Aproveita a tua habilidade/escrever e comenta umas crônicas mais favoráveis,afinal,fazemos parte dessa cidade, por viver aqui,contribuimos de uma maneira ou outra, ñ é mesmo?
como por exemplo a crônica sobre Praga. Concordo.
Descobri o teu blog por casualidade,to na fase “blogs” leitora
P.S.: Sugestao,criar a categoria viagem
Fica bem
Oi, Ana! Na realidade, não tenho uma única opinião sobre a cultura espanhola, algumas coisas gosto, outras não. Até agora, ninguém ficou tão assustado. Há uns três anos que escrevo sobre a vida na cidade e isso inclui muita coisa legal também, mas esse é um blog de opinião e dou a minha, se gosto falo bem, se não gosto falo mal. E assim continuarei. No primeiro ano que morei aqui, achava tudo ótimo, depois foi me enchendo um pouco o saco. Isso nunca impediu que tivesse grandes amigos espanhóis, gente boa e má tem em todo lugar, no Brasil também.
Assinei o feed do seu blog, agora vejo seus posts assim que estão no ar. agora estarei mais do que nunca ligado no seu blog! Um abraço!
Bianca,
Já faz um bom tempo que leio tudo o que vc escreve e mas uma vez te digo ADOROOOOOO!!!!.
Muitos beijos pra vc e sucesso sempre menina!
Oi, Neusa! Obrigadíssima! Você é sempre mais do que bem vinda! Besitos
8 de Março,Dia Internacional da Mulher…para todas as mulheres fabulosas,fortes e lutadoras que vivem fora dos seus países, felicidades e sucesso sempre!!!
Parabéns, Bia!!! muito melhor este blog!!!
de repente eui tb faço a “migração” do meu blog pra cá! Adorei o formato!!
bjão
Oi, Ana! Felicidade e sucesso para você também!
Besitos
Oi, Bruno! Obrigada. Aqui é melhor mesmo, a gente tem muiiiiiito mais recursos, ferramentas e outros formatos. Fazer a mudança me deu um pouco de trabalho, mas acho que compensou. Se fosse você, pensava a respeito…
Besitos
Hola Bianca,
encontrei o seu site por uma referência antiga que vc fez a Favila e me diverti com seus comentários. Sou de São Paulo, tenho 60 anos e mudei para Barcelona há um ano e meio, seguindo um sonho. Que bom encontrá-la!
Oi, Flávio!
¡Espabila Favila que te come el oso!
…nossa, essa é das antigas… hehehehehe… mas estão em algum lugar aqui no “Minha Vida de Caracol”!
Bom encontrá-lo por aqui, seja bem vindo!
Besitos
Meu Deus! To viciando nisso tudo!
Que show suas hostorias! E como esta o novo buraco da fechadura?? Saudades de vcs! Beijos!
… está ótimo! Seja bem vinda!
Besitos
E pensar que fomos vizinhas!! Se vc me perguntar como cheguei até seu blog, querida, a estas alturas nem eu mesma sei. só sei te confirmar que foi num desses momentos de “folga” (os que a gente mesmo cria quando está meio de saquinho cheio de trabalhar) e confesso que nao resisti: minha curiosidade falou mais alto. Tinha que dar uma olhada nesse buraco da fechadura.
Acho que nao vem muito ao caso concordar com vc ou nao sobre suas experiências e pontos de vista de Madri. Simplesmente me desconectei e me deletei ao ler alguns posts da sua vida de caracol. Me fez um bem tremendo degustar tais linhas e ao mesmo tempo lembrar da minha chegada à cidade, do meu 1º chuveiro, da espécie de discussao que tivemos com o pessoal da agência que nos alugaria o carro no aeroporto… bom, eu vim com duas malas, mas éramos cinco com duas malas cada um. O resto viria em quinze dias de aviao e o outro resto em um mês de barco… hehehe!! Mínimo três anos! Também vim de executiva, derramei lágrimas quase todo o caminho enquanto pensava que a paella da Varig era uma maravilha! Que ilusao, nao?
Bueno, dez anos dá pra muito blog, mas nao me animo nao. Sou meio preguiçosa sim, o que se há de fazer? Portanto, se vc me permitir e meu tempo me liberar (trampar, cuidar da casa, da baby de nove meses e suportar as náuseas de outro baby que está a caminho), virei falar com vc e de quebra contarei alguma experiência também. Sem pegar pesado, nem com os brazucas (fala sério, aguns aqui sao o que há) nem com os espanhóis (la ignorancia también da asco). As dicas culinárias sao minhas preferidas, mas é melhor esperar essa fase de enjôos.
Outra coisa: nos cruzamos recentemente numa festinha de aniversário infantil. As normas de educaçao dizem que o último em chegar é o que deve cumprimentar, neste caso euzinha aqui. Peço desulpas pela descortesia. Nenhuma justificativa seria válida para tao mau comportamento. Eu sou das que nao me perdôo por isso.
Felicidades pelo blog!! Sucesso!!
Oi, Thatyana!
Sim, nos cruzamos há pouco. Para ser franca, quando você chegou minha ficha não caiu, reconheci logo depois, mas o momento já havia passado. Sem problema, achei mesmo que você não tivesse me reconhecido.
Quer dizer que vem um segundo baby? Que coragem, parabéns!
Pois, seja bem vinda! O buraco da fechadura está aberto para quem quiser olhar e participar. E realmente, aqui não há muito o que concordar ou discordar, são experiências pessoais, compartilho as minhas e escuto as de quem mais quiser contar.
Besitos
Parabéns Bianca!

O teu Blog é uma viagem através da cultura e conhecimentos.
A transparência, a tua forma de escrever diz muito sobre ti ,sendo virtual ou ñ,nota 10!
Oi, Ana! Obrigada, assim fico até sem graça! Volte sempre! Besitos
Boa tarde!
Eu simplesmente li todos seus posts, alem de serem super engraçados nos dão uma visão completa sobre Madrid,
Estou indo morar em Madrid no começo do ano que vem e com certeza irei usar todas as suas dicas!
espero que eu apreveite tanto quanto você!
Bjusss
Oi, Thiago!
Seja bem vindo! Espero que você aproveite o máximo a oportunidade de viver em outra cultura. Às vezes é difícil, mas no final sempre vale a pena!
Besitos
Oi Bianca!!!
Adorei a sua visitinha no meu blog!!! E amei o seu blog tambem!!! tambem ja li varias cronicas, e pouco a pouco irei deixando meus comentarios… ate pq tambem levo uma vida de caracol e me identifiquei com varias situacoes que voce comenta… a gente meio que fez o caminho inverso: vc saiu dos USA e foi pra Espanha, e eu ao revez… tenho que admitir que, ate agora, eh bem melhor fazer o caminho no sentido que vcs fizeram… estou aqui me adaptando a viver nessa terra de individualismos e distanciamentos… mas, vou levando…
lendo seu blog tambem descobri que alem da vida de caracol, a origem carioca, a amizade com a Carmita e Theron, temos outra coisa em comum: a paixao por “Deus”!!!!! ha ha ha!! voce sabe que nao estou me referindo a nada religioso… e so de pensar que estava visitando Barcelona justamente na semana que ele “baixou” em Madrid, tenho vontade de chorar!! se eu soubesse, tinha dado uma escapadinha com certeza…. “tengo mono de ver a deus actuar!”… tem anoooooos que nao vejo… uma pena mesmo…
bem, vou ficando por aqui… mas, voce me vera em vaaarios posts!!
Beijocas, Patty
Oi Bianca!
uma amiga me mandou esse texto do Contardo Calligaris (conhece? ele eh colunista da Folha…) e achei que tinha tudo a ver com o seu Blog…
CONTARDO CALLIGARIS – Ilhas desconhecidas
O amor e a viagem nos fazem descobrir que há algo, em nós, que não conhecíamos até então
QUANDO ERA criança, um senhor canadense, Mr. Evans, foi contratado por meus pais para “treinar” meu inglês. O método de Mr. Evans consistia em narrar grandes eventos da História (com H maiúsculo) como se ele tivesse sido uma testemunha ocular. Conseqüência: há detalhes íntimos de várias cenas famosas que não sei mais se são fatos ou fantasias de Mr. Evans.
Uma fonte de inspiração de Mr. Evans era a expedição de Lewis e Clark, que, entre 1804 e 1806, abriu o caminho do Oeste americano. Segundo Mr. Evans, em 7 de abril de 1805, deixando Fort Mandan para se aventurar no território desconhecido das grandes planícies, Lewis, pensativo, teria dito a George Gibson (o melhor atirador da expedição): “New land, George” (uma nova terra, George).
Nunca pude confirmar a veracidade da dita conversa. Mas essa frase, aparentemente trivial, foi incorporada no meu léxico familiar. A cada vez que, numa viagem de férias, saíamos do país, meu irmão e eu não parávamos de repetir: “New land, George”. Ainda hoje, quando chego num lugar desconhecido, penso em Lewis e Gibson.
Mais tarde, meu irmão e eu passamos a usar a mesma expressão quando – numa festa, por exemplo – avistávamos mulheres que despertavam nosso interesse. Um dos dois, invariavelmente, levantava a mão espalmada, como se quisesse proteger os olhos do sol, e dizia: “New land, George”.
Na literatura, não é raro que um corpo amado e desejado seja comparado à paisagem de terras incógnitas. John Donne, num de seus mais lindos poemas (do século 17), chamou sua amada de “minha América, minha terra recém-descoberta”. De fato, há mesmo uma relação entre o amor e a verdadeira viagem. Vamos ver qual.
De vez em quando, tenho vontade de viajar. O que chamo de viajar não tem muito a ver com viagens de férias. Tampouco significa necessariamente desbravar terras virgens.
Encontrei a melhor definição do que é viajar numa maravilhosa e breve fábula de José Saramago, que acaba de ser publicada, “O Conto da Ilha Desconhecida” (Companhia das Letras). O protagonista explica assim seu desejo: “Quero encontrar a ilha desconhecida. Quero saber quem eu sou quando nela estiver”.
Viajar é isto: deslocar-se para um lugar onde possamos descobrir que há, em nós, algo que não conhecíamos até então. Sem estragar o prazer dos leitores, só direi que, no fim da fábula de Saramago, talvez o protagonista não encontre sua ilha, mas ele encontra uma mulher. A moral da história é incerta, entre duas leituras opostas.
Primeira leitura: quem casa não viaja (a não ser de férias); casar-se é desistir de viajar. É o que pensam, com freqüência, homens e mulheres casados. E é também o que os leva, às vezes, a se separarem. Quando achamos que o outro nos impede de viajar, ou seja, que ele nos priva da aventura de descobrir o que poderia haver de diferente em nós, o casal se torna nosso inimigo. Claro, na maioria dos casos, acusamos o casal de uma inércia que é só nossa.
Exemplo: anos atrás, na França, um amigo se interessava pelas pessoas que desaparecem sem razão aparente e refazem sua vida alhures, sob outro nome, como se tivessem sido vítimas de uma amnésia repentina. Em todos os casos em que meu amigo conseguira entrevistar esses “desaparecidos”, os mesmos constatavam que, depois de seu sumiço, em poucos anos, eles tinham reconstruído uma situação de vida parecida com aquela que tinha motivado sua fuga.
Segunda leitura: o protagonista descobre que a mulher ao seu lado é a própria ilha desconhecida que ele procurava e que a verdadeira viagem é o encontro com um outro amado. Faz todo sentido, pois o amor e a viagem, em princípio, têm isto em comum: ambos nos fazem descobrir em nós algo que não estava lá antes.
O outro amado nos transforma. Tanto quanto a chegada numa terra incógnita, ele nos revela algo inesperado em nós.
Por isso, aliás, o viajante e o amante podem esbarrar em problemas análogos: às vezes, ao sermos transformados pela viagem ou pelo amor, não gostamos do que encontramos, não gostamos dos efeitos em nós do amor ou da viagem. Essa é, em geral, a única razão séria para se separar ou para voltar da viagem.
Moral dessa coluna (e talvez da fábula de Saramago): os outros não são nenhum inferno, são uma viagem. Agora, para amar, como para viajar, é preciso ter determinação e coragem.
Seja bem vinda ao WordPress. Que os deuses da blogosfera permitam que você escreva e aja bem, para honra e glória da blogosfera como um todo e do seu blog em particular.
Amplexos.
Olá Bianca
Escrevi ontem no post sobre os gatos, e agora estava lendo melhor seu blog… é muito legal… adorei os posts sobre a porra e o atendimento ao cliente, nossa, é bem assim mesmo! Só quem mora aqui sabe! Também tenho umas historinhas muito curiosas sobre atendimento ao cliente… ainda mais que trabalho com isso, entao imagine!
Queria saber se posso incluir seu blog na minha lista de blogs, e espero a sua visita no meu! Eu moro há 4 anos em Madrid, mas precisamente em Rivas, “en las afueras”. Vou me casar com um espanhol em outubro, somos namorados há 4 anos e vim pra cá para morar com ele, larguei tudo e todos em Sao Paulo e aqui estou.
É muito legal saber que tem mais alguém do Brasil aqui, passando por experiências parecidas, tendo impressoes parecidas… é legal e curioso… a gente acaba notando que somos muito parecidos mesmo (nós brasileiros). Também falo sobre a Espanha no meu blog às vezes.
Um abraço e sucesso
Alessandra
Oi, Henderson! Obrigada e volte sempre!
Besitos
Oi, Alessandra!
Já “bisbilhotei” no seu blog, muito legal! Vi a foto do Pancho, um fofo! Gosto muito de cachorros também.
Pode incluir meu blog na sua lista e, se você não se incomodar, gostaria de incluir o seu também. Quem sabe a gente não acabe se conhecendo pessoalmente?
E sim, a gente acaba descobrindo que passa por situações muuuuuuito semelhantes… eheheheheh… já desisti de ser original! No fim das contas, o ser humano é muito parecido!
Besitos
ola adorei seus comentarios sobre a espanha.
Obrigada Ricardo!
Besitos
Bianca,
Nossa, eu adoooooreiiiiiiiii………….
Confesso que eu ainda não tinha visitado o seu blog.
Mais com certeza agora sou fã.
Beijos
Oi, Rose!
Que legal você por aqui! Seja bem vinda!
Besitos
Oi Bianca. Dá uma olhada no meu último post e, se você simpatizar com ele, copia no seu blog, ou no “sefodeai.com”, divulga pros seus amigos, etc. . Você não tem noção como estou p… da vida com a Air France.
http://nosnacoreia.zip.net/arch2008-09-01_2008-09-30.html#2008_09-15_11_52_31-10659718-0
Bjs,
Renato
ta bom,ta bom .mandarei minha consulta por email para madame B.
Olá Bianca! Não aguentei e voltei de férias…rss….Quando puder dê aquele salto por lá(no blog). Um abraço!
Bi, estou adorando ler suas aventuras…..enquanto vou lendo, lembro de várias minhas e que ás vezes nem damos o devido valor. Bjs. está demais o Blog.
Oi, Vânia! Seja bem vinda! A idéia é essa mesmo, muitas vezes a gente fica esperando acontecer situações especiais e não se dá conta de que no próprio dia a dia passa por tanta coisa interessante. Às vezes é só uma questão de mudar a maneira de olhar ou aceitar alguns riscos. Besitos
Tudo Azul – Alles Blau
Ao ouvir muitas vezes a expressão Tudo Azul em encontros com amigos, e repetir também esta mesma, me perguntava muitas vezes…que diabo vem a ser isto: Estou usando Camisa Branca, Calça caqui e o cara vem me perguntar se está Tudo Azul…e daí…com um bocado de tempo livre no aeroporto de Geneve, entre uma conexão e outra, resolvi me aprofundar no tema e surpreendí-me com uma curiosidades sobre o azul.
Em alemão se diz blaumachen, “fazer o azul”, quando alguém não vai ao trabalho, quando crianças não aparecem às aulas, mas vão ao shopping, obviamente sem os pais saberem.
Blaumachen é uma delícia (como aliás tudo que é proibido), tanto que uma deliciosa dialética entre ter que fazer, e prazer e lazer.
Esta expressão originária da Idade Média. O Azul na antiguidade se fazia na segunda a feira. Tanto que os pedreiros de antigamente, quando da construção de diversas Catedrais, não apareciam na obra na segunda (e quem não sabe disso?), ” faz o azul “, macht blau.
Sem as cores sintéticas, a obtenção da cor azul era difícil, o azul era uma preciosidade. Somente poucos conhecedores da nobre arte real conheciam sua obtenção.
Primeiro havia apenas as folhas de uma árvore que forneciam o azul: o Färberwald ( “o mato dos tintureiros”). Depois veio uma leguminosa, uma planta da India, daí o nome: indigo-blue. Mas tanto uma planta como a outra não dá o azul de vez, ele precisa ser elaborado, com urina e álcool acrescidos à água do molho da tintura. Álcool era caro demais, e os “tintureiros”, inteligentes que só, tomavam muita cerveja para enriquecer a urina com o precioso líquido. Como o processo era lento e precisava de decantação na solução da tintura, os já alegres “tintureiros”, porque a cerveja descia redondo, ficavam de papo para o ar. Uma das “lendas” mais divulgadas na Europa, era que o dia consagrado para reuniões de diversos grupos politico e de diversas correntes filosoficas da época, era o dia “azul”.
Voltando ao tema, na segunda etapa, a secagem ao ar, o azul se intensificava com o oxigênio; mais tempo de espera, mais tempo de dolce far niente. Vendo-os assim, e normalmente era nas segundas feiras, o povo sabia: estão fazendo a cor azul, sie machen blau.A própria segunda feira se chamava a segunda azul, der blaue Montag.
Azul é a cor do céu, a cor do mar. E pensar que neste momento estamos aqui, onde muitos mortais como eu, pensam que estamos de papo para o ar, vendo tudo azul, ou seja, Macht blau e quando alguém lhe perguntar…Tudo azul…vocês podem lembrar dos nossos antepassados e entender que está frase também foi utilizada como identificação de iguais, e eu também, por isso escrevi menos, nesta segunda feira azul. Alles blau?
Oi, Fernando!
Tudo azul contigo?
Que legal você aparecer por aqui! Gostei muito do texto, uma hora dessas você precisa escrever para o sefodeaí.com!
Besitos
oi bianca
estavam eu e ro atraz de vc
como foi sua volta tudo bem ????
qdo voltar tomamos outras devassas
vou visitar o sefodeai.com
depois comento bjs ate
Oi, Luiz! Bem vindo! A volta foi tranquila e agora estou colocando a vida em dia. Sabe como é quando a gente volta de férias… Até as próximas Devassas! Besitos
oi bianca
o marido da minha filha começou e eu agora vou continuar…
Bem querida, estou aguardando sua confirmação para a sua exposição. Aqui está tudo ok é só vc. me comunicar
que está tudo certinho com vc. que eu já começo a agitar,
pois teremos que suprir a assessoria de imprensa com seus
dados, etc.. então, espero seu ok para tomar as devidas providências. Que bom, acho que seráum sucesso, sem dúvida!! beijos mil, a vc. Luiz e meu amigo Jack
Oi, Anna! Fechadíssimo! Te respondo por e-mail. Besitos
bianca
visite o meu blog
peixegordo
e
critique
bjs LUIZ
http:/blig.ig.com.br/peixegordo/
agosto
mes do cachorro louco
Oi, Luiz! E da louca expondo em Sampa também!
Vou lá no seu blog! Besitos
“O caráter e a inteligência
podem impressionar as pessoas,
mas é o amor que damos a alguém, que nos fazem brilhantes,
e inesquecíveis em sua vida.
Porque o amor, torna as pessoas indispensáveis.
Assim, se você quiser acender um sorriso, iluminar um coração
ou acordar a esperança em alguém, precisa se lembrar de uma coisa,
as pessoas se alegram com a sua inteligência,
apreciam o seu caráter,
mas precisam mesmo é do seu amor!”
Amei seu espaço.
Smack!
Edimar Suely
jesusminharocha.blig.ig.com.br
Obrigada Edimar, aqui gente legal é sempre bem vinda!
Bianca, adorei o estilo: leve, direto e savvy do texto…
beijokas kariokas do Lubas.-
(amigo e colega do LV)
=)
http://www.cookingclass.com.br
Oi, Lubas! Obrigada e seja bem vindo! Nós vamos viajar agora e só voltamos em 8 de maio. Mas assim que voltar, entro em contato contigo para a gente conversar melhor. Besitos
mi gusté su blog, yo ya add a mis favoritos.
Mui bueno.
Voy a leer todas sus crônicas dispués, perdona mi español loco.
jejeje
soy baiano kkk…
Vamos trocar links?
Tenho 1500 visitas ao dia.
Meu site tá reformulando mas vc já entra novo.
Oi, Kuelho! Tá gastando o espanhol, né? heheheheh… Estou viajando e quase sem internet, na volta vou visitar seu blog. Seja bem vindo! Besitos
Bianca,
antes de mais nada, quero agradecer pelo diário, me deu muito ânimo…agora tá decidido: nós vamos!
li todos os posts dos “Desvios do Caminho”. Engraçado…lendo suas histórias, me identifiquei muito, era como ler um livro e viver a personagem, que era você. Sabe que nem havia pensado nisso, mas hoje em dia a minha fé (ou a falta de) é uma das questões que pegam forte na minha vida. Quando li o trecho em que você fala disso, pensei… será que é o Caminho que me chama, então? Bom, mas também foi legal ver como você ia percebendo a própria “humanidade”, mais que grandes mudanças ou iluminações, há sentido em adentrar mais nas nossas facetas, nem sempre boas, humanas.
Vem cá, você comentou que esteve lá mais uma vez, não foi? Fiquei intrigada, sabia? O que te fez voltar, mesmo com todos os perrengues, bolhas e nem tantas revelações assim?
Estamos querendo marcar a passagem para 25 de junho. Queremos fazer um esquema mais ou menos como o seu, ficando em pousadinhas, hostales, casas rurales. O Marcelo está preocupado com a possibilidade de não encontrar hospedagem. Pelo que vi no seu relato, o risco existe, mas nada preocupante, é isso? Pelo jeito as reservas vocês faziam lá mesmo ao longo do Caminho, coordenando com outras pessoas. Acha que é preciso reservar algo com antecedência? Posso fazer outra pergunta? Fazer o Caminho assim “picado” não tira um pouco a graça da história? Vi que a experiência foi bem intensa, mas caminhar 30 dias, isso sim deve mexer com a cabeça de qualquer mortal…
Besos!
Oi, Camila!
Obrigada a você! Sempre bom saber que outras pessoas se animaram a ir e é legal participar um pouco disso.
Até agora, fui 4 vezes. A primeira, essa que você leu, os últimos 200 e poucos km do Caminho, direto desde Ponferrrada. A segunda, fui desde o início, em Saint Jean Pied de Port, a idéia era fazer mais uns 200km, mas logo no primeiro trecho até Roncesvalles, fiquei sem a pele dos calcanhares (literalmente!). Completamos o primeiro dia, tentamos descansar mais um, mas ficou impossível e voltamos. A terceira comecei em Pamplona e fiz trechos intercalados entre caminhada, trem, ônibus… o que tivesse. Mas depois da primeira semana, achamos que fazer assim quebrava o clima, refizemos os planos e partimos para Sarria, de lá, direto a Santiago; essa deu bem uns 260km em caminhada e uns 800km de distância total, porque nem todo dia caminhamos. O interessante foi que, nessa que caminhei mais, não tive nem uma bolhinha, nada de nada! E a quarta agora, com meu marido. Como ele não tinha a Compostelana nem tempo para um grande percurso, fizemos os últimos 100km, que acredito ser a melhor escolha para a primeira vez (acho importante chegar em Santiago).
O que me leva a voltar? É a pergunta do século… heheheh… não sei se é possível te responder agora. Mas acho que você mesma vai saber depois que fizer. Difícil dizer, cada vez é diferente para mim, não tenho idéia como será para você, mas acho impossível passar indiferente. Acabei de chegar e já planejo a próxima volta… O fato de morar na Espanha contribui para isso, não sei onde você mora, mas aqui é muito normal as pessoas fazerem por trechos.
Fica de olho na temperatura, caminhar com muito calor é mais difícil. Acho que fim de junho ainda deve estar bom, talvez vocês tenham que iniciar mais cedo durante o dia.
Não sei que trecho você vai fazer, tinha te sugerido por e-mail os últimos 100km, desde Sarria (na verdade são +/- uns 110km). Essa parte tem hospedagem sim, mas se é melhor reservar é outra pergunta difícil. É imprevisível se o Caminho estará cheio ou vazio, já peguei de todo jeito. Agora mesmo, estava vazio, mas vai saber… Tem um lado gostoso de aventura chegar nos lugares e descobrir onde vai dormir. Obviamente, também tem seus riscos. Meu marido, por exemplo, surta quando não sabe onde vai parar, então, dessa última vez que fui com ele, reservei tudo e funcionou. Meu palpite é, se vocês tem a cabeça aberta para dormir em um albergue se precisar, não reserve. Se vocês querem pelo menos a garantia de onde vão dormir, reserve o primeiro dia e vai reservando o resto do Caminho mesmo. Lembra que você não tem controle absoluto do que vai acontecer, às vezes você se planeja para dormir em uma cidade, mas se machuca e precisa parar antes. Ou ao contrário, está super bem e prefere caminhar mais. Portanto, reservar tudo também tem o risco de furar.
Não sei exatamente o que você chama de “picado”. O Caminho Francês inteiro tem mais de 800km, infelizmente, não tive tempo e recursos para fazer (Ainda! É meu próximo projeto
). Portanto, fazer os últimos kms é uma boa opção é dá para sentir o clima sim, dá para acontecer coisa para burro! Uma outra vez fiz intercalado, como te descrevi acima. Não é mal, mas é outra coisa, perde o clima do Caminho porque você não estabelece uma rotina que é interessante. Tentando resumir, não acho fundamental fazer os 800km caminhando, deve ser fantástico e pretendo fazer um dia, mas o que você puder fazer te trará uma experiência importante. Entretanto, menos que os últimos 100km, desde Sarria, é muito pouco, desaconselho. Acho que você deve fazer o máximo possível, a partir dos 100km direto caminhando.
Bom, espero que as informações te ajudem. Busque mais, na internet tem bastante coisa e as pessoas costumam ter boa vontade em compartilhar. Se você realmente decidiu fazer o Caminho, ele já começou. Essa preparação também é importante e te ensina muita coisa. Por exemplo, você já tem suas botas amaciadas? Sabe o que levar na mochila? Experimentou dar uma andadinha com o peso que vai levar nas costas por mais de 20km diários? Porque se vai em junho, está mais do que na hora…
Bom Caminho!
Besitos
Oi, Bianca!
Passagens compradas! Chagaremos por Barcelona dia 26/6 e seguiremos no mesmo dia para… (?), bom ainda não sei. Já decidimos que começaremos o Caminho no CEBREIRO, um pouco antes de Sarria. Ainda tenho que pesquisar como faço para chegar lá. Acredito que a melhor opção seja pegar um trem de Barcelona até a cidade mais próxima. Você sabe me dizer qual a cidade mais próxima do Cebreiro?
AInda não começamos o treinamento físico…só o psicológico. Me disseram que também é bom passar hipoglós nos pés, por causa do suor. O que acha, você que bem sabe da dor de cabeça ( ou será mesmo de pé) que uma bolha pode causar!?
Posso abusar com mais perguntas? Vocês caminhavam em média quantas horas por dia? Vamos ter que fazer uns 20km/ dia para chegar a Santiago no tempo que temos disponível: 8 dias. Também vamos ter que sair bem cedo por causa da temperatura, já que começaremos dia 27/6. Você almoçava? Ou comia uma besteira qualquer e deixava o gran finale para o jantar? ACredito que essa seja a melhor opção. Estou começando a pensar nos apetrechos (não muitos, claro) da mochila. Imagino que seja importante, além do básico essencial, um bom mapa do Caminho, caderneta de anotações, lanterna…que mais?
Brigadão mais um vez!
Beijos,
Camila
Oi, Camila!
Você é a Camila prima da Vivi ou foi coincidência? Preciso sair agora, vou te responder com mais calma depois.
Acho que já passou da hora de fazer o treinamento, realmente espero que você já tenha botas amaciadas e algum histórico de atividade física. Caso contrário, é até possível, mas pode ser preparar para dor (desculpe te dizer isso, mas é pura verdade. Inclui um estoque de dorflex!). A cidade mais perto será Ponferrada ou Sarria. Provavelmente, você precisará de um taxi ou ônibus para ir até o Cebreiro. Talvez seja melhor você reavaliar se não é melhor sair de Sarria (pelo seu tempo de preparação).
Dispense o mapa do Caminho, caderneta e lanterna, peso à toa. Sua mochila não deve passar de 10% do seu peso. Te escrevo depois!
Besitos
Sou eu mesma, a prima da Viviane. Conversamos no jantar na casa da Ana em São PAulo, lembra? E na exposição da Vivi.
As botas eu já tenho e já estão amaciadas. Acho que quanto ao condicionamento não haverá problema: tenho um bom preparo físico e estou há uns 3 meses fazendo um “treinamento” para Machu Pichu. Agora…20 Km por dia realmente não deve ser brincadeira. Vou levar dorflex…por si acaso!
Como saio de Barcelona, vi passagens para León ( Não encontrei nenhum trem para Lugo). Não sei se teria trem de BcN para Ponferrada ou Sarria. A solução acho que seria um táxi em León para o Cebreiro.
Oi, Camila!
heheheheh… claro que lembro de você! Acabamos de falar por orkut! Mas você não falou nada aqui no blog que era a prima da Vivi e não relacionei logo de cara. Depois comecei a achar muita coincidência duas Camilas estarem me perguntando coisas do Caminho… hahahahah…
Bom, se você tem as botas amaciadas e algum histórico de atividade física, fico mais tranquila. Quando li que você tinha decidido e que ainda não havia iniciado o preparo físico, me assustei! De qualquer forma, um dorflexzinho pode cair muito bem, viu? A outra opção – a minha – é o vinho, ajuda a relaxar.
Mas vamos ao que interessa, nesse website você encontra os trens http://www.renfe.es , e tem trem para Sarria e para Ponferrada. De Barcelona, tenho quase certeza que há um trem hotel ótimo para Sarria, que passa por León, você pode pegar uma cabine e ir dormindo. De Ponferrada ou Sarria, você pode pegar um taxi na estação e negociar. Se você quer mesmo sair do Cebreiro, acho melhor ir até Ponferrada. Porque sempre é melhor andar para frente do que para trás. Vou te mandar uma planilha com a quilometragem e o que há de estrutura pelo Caminho, assim você não precisa de mapa nem de guia (isso pesa na mochila). O Caminho é super bem sinalizado, só prestar atenção nas setas amarelas, não tem erro. Te aviso que depois do Cebreiro, melhor parar só em Triacastela e de lá seguir para Sarria pela rota de Samos (se não me engano, na saída de Triacastela é a que vai pelo lado esquerdo). Entre Cebreiro e Triacastela, há uma única pousada em Alto do Poio, com um galego grosseiréssimo! Pode ficar tranquila, que depois da subida íngrime de Alto do Poio, o resto é mais fácil até Triacastela.
A lanterna, levei da primeira vez e nunca usei. A gente sempre caminha de dia, caminhar às escuras é besteira porque a probabilidade de se perder (com ou sem lanterna) é enorme! Aquelas lanternas de cabeça funcionam se você ficar em albergue e quiser ir ao banheiro durante à noite, porque as luzes são apagadas, fora isso, não tem utilidade.
Eu sempre fiz duas boas refeições por dia. Se você conseguir fazer uma refeição leve no almoço, será minha heroína! Porque andar me dá uma fome de leão! A gente andava uma média de 6 horas por dia, mas isso é muito relativo. De maneira geral, as pessoas começam com +/- 4km/hora e sua velocidade vai aumentando ao longo dos dias. É bom dar uma paradinha de 2 em 2 horas para tomar um café, usar o banheiro, checar os pés… essas coisas. Portanto, quando você sai cedo, chega nas cidades por volta das 14:00hs, ou seja, hora do almoço
Na Espanha se almoça e janta tarde.
Nunca usei hipoglós, mas já ouvi falar. Prefiro a vaselina mesmo, inclusive, você encontra fácil pelo caminho. Isso quer dizer, leve um tubo pequeno. Se precisar repor, compre pelo caminho (outra vez, peso na mochila). O compeed é excelente, mas melhor testar antes se te dá alergia, tem o de bolhas (ampollas) e o de calos e são diferentes. Tenho alergia a um deles, o que pega o calcanhar inteiro, mas o de bolhas me salva a vida. Tem gente que usa duas meias, uma mais fina por baixo, eu não consigo, mas quem usa costuma ter bons resultados. Ou seja, aproveite o treinamento para testar tudo, não descubra durante o Caminho o que é melhor para você, porque essas coisas variam de uma pessoa para outra.
Faltou alguma coisa?
Besitos, Bianca
Excelentes dicas, Bianca! Obrigada pela planilha, vai ser uma mão na roda!
Tem um trem que sai de Barcelona pra Ponferrada, chegando lá às 6:40. Se fizermos nesse primeiro dia Cebreiro – Triacastela serão 23Km logo de cara. Não é muito otimismo para um começo? Eu sou meio louquinha e encaro, se o corpo permitir, claro, mas o Marcelo já está meio em pânico e acredita que seja melhor parar no meio, o que seria…bem no ALto do Poio, naquela pousada nada recomendada. Alguma outra sugestão se empacarmos antes de triacastela?
Eu tava vendo as suas fotos…a mochila parece ter bem mais que 10% do seu peso. Aliás, as boas mochilas (com proteção, “almofadas”nas costas) acabam tendo, no mínimo, capacidade para 20 Kg. Tenho uma da Quéchua justamente de 20 que acredito ser adequada, mas teria que levá-la com 1/3 da capacidade… a impressão que tive é que sua mochila foi bem cheinha, e que ela cheia se amolda melhor nas costas. Tô viajando?
Você deve ter feito as 6 horas divididas em duas etapas de 3, não? Antes e depois do almoço pelo jeito…
Oi!
Minha mochila nunca pesou mais que 5kgs o que é menos que 10% do meu peso; peso por volta dos 58kg e 1,70m. No Caminho, minha mochila é considerada pequena, acho que nem que eu quisesse ela caberia 20kgs, só se enchesse de chumbo… hehehehe… dá mais uma olhada nas fotos do orkut ou nas do Desvio mesmo.
Sair do trem e começar é meio pancada. Talvez seja melhor conhecer Ponferrada, dormir no Cebreiro e se ambientar, acho melhor que dormir no meio do caminho. Eu acho parar em Alto do Poio a maior roubada, mas enfim… Antes disso, que eu saiba, só tem albergue, checa na planilha. Vocês vão se cansar até Alto do Poio, mas acredite que depois melhora muito. E depois, vocês nem terão pego a subida do Cebreiro, que assusta os peregrinos. Não acho 23kms muito para quem se preparou.
E não, geralmente chegávamos antes do almoço nos lugares, caminho depressa e as paradas não eram longas. Isso das últimas vezes, depende muito da quilometragem. Se for mais de 30km, provavelmente almoce no Caminho, menos que isso, costumo chegar antes do almoço nas paradas. Não tenho regra de hora de parar, depende da estrutura oferecida, parava onde tinha bar ou banheiro. Recomendo parar +/- de 2 em duas horas, tirar a mochila, esticar as costas, tomar um café ou vinho dependendo da hora, checar os pés e seguir.
Oláa Bi, beijo grande acabei de colocar em meu Blog Roll também!!!
Beijo carinhoso!!!
Oi, Bianca.
Vamo que vamo… amaciando as botas e deixando tudo preparado para o Caminho. Montei um cronograma preliminar e agora estou dando uma olhada nas pousadas e hotéis.
1º dia: Cebreiro – Triacastela (23 Km)
2º dia: Triacastela – Sarria (21,5)
3º dia: Sarria – Portomarín (22 Km)
4º dia: Portomarín – Palas del Rey (24,5 Km)
5º dia: Palas del Rey – Arzúa (28,7 Km)
6º dia: Arzúa – Pedrozo/Arca (20 Km)
7º dia: Pedrozo/Arca – Santiago (22 Km)
Você conhece algum hostal/ hotel em Triacastela e em Pedrozo/ Arca? Como o tempo é curto e queria ir até Finisterre, pensei também em alugar um carro em Santigo e seguir pra lá. Quanto tempo de estrada? Vocês dormiram lá mesmo ou voltaram no mesmo dia?
Beijobeijo!
uao curti demais =)
xero
Oi, LLola. Obrigada e seja bem vinda!
Oi Bianca!
Estou aqui em Arzúa, quase no finalzinho…acho que amanha chegamos a Santiago. No final, resolvemos fazer de bicicleta. Começamos em Ponferrada e, agora que pegamos o ritmo, estamos quase no final.
Olha…nao é moleza nao…mas é maravilhoso! Sem palavras!
Depois te conto mais.
Beijao.
Que legal, Camila! Ultreya!
Oi Bianca
Um video lindo e inspirador!
Ola, muito legal o seu blog. Vim passeando pelo mundo pequeno. Gostei muito daqui!! Um abraco!
Obrigada, Marcia! Seja bem vinda!