81 – Dia cinza

Segunda-feira, dia internacional da preguiça. Por que sempre deixamos para começar as coisas na segunda, se é justamente o dia menos provável para o mínimo de força de vontade? Enfim, acordei cedo para as horas renderem mais e me deparei com um dia cinzento, chuvoso e frio. Francamente, considero isso uma sacanagem meteorológica!

 

Aliás, faz muitos anos que não durmo tanto em tantas noites seguidas. Graças a dica da minha cunhada sobre a melatonina. Para mim, está funcionando muito bem, estou praticamente no fuso horário das pessoas normais novamente.

 

Quanto ao frio, também não se pode reclamar. Estamos em temperatura de primavera até o momento. Por um lado, muito agradável; por outro, assustador. Sempre achei que essa história do aquecimento global estava distante e, de repente,  já estamos vivendo essa situação. Se o motivo é o buraco na camada de ozônio, o aquecimento solar ou o raio que o parta, não tenho idéia, mas certamente, algo vai mal. Alguma coisa está muito fora da ordem.

 

Enquanto isso, na sala de justiça… vamos trabalhar. Estou tentando visitar pelo menos duas galerias por semana, para começar a conhecê-las e fazer alguns contatos. Na última sexta-feira levei meu portfólio para uma delas. Com certeza estou mais animada, mas é estranho, porque essa semana tomei consciência que não é como no início. Não tenho mais aquela paixão com a arte, no sentido de achar que se não fizesse isso, morria. Ao mesmo tempo, não é mal, é como se fosse uma relação mais madura, agora arte é uma parcela da minha vida, entre outras coisas. Talvez isso seja parte de envelhecer, porque redimensionamos nossas prioridades, na nossa existência parece que cabe mais.

 

Hoje, me propus a fazer minha matrícula em um curso de web design e de francês. Mas essa chuva… ¡joder!

 

Semana passada, uma mescla de notícias boas e ruins. De bom, meu pai parece bem melhor e, ainda que mantenha a cautela, tenho a sensação que será um período mais tranquilo. De triste, um grande amigo muito doente que está difícil não pensar. Como sempre, a vida se alternando.

 

Ontem vi um filme e em determinado momento um pai se refere ao filho com a seguinte frase, “não me lembro de vê-lo um dia inteiro triste”. Fiquei pensando nisso e é interessante como na infância as tristezas, como as alegrias, são efêmeras. A vida é instantânea. Cheguei a conclusão que isso não muda quando ficamos adultos, no nosso dia sempre há motivos para alegria ou tristeza. Simplesmente, fazemos uma opção de onde colocar o maior peso. Talvez nem sempre seja uma opção, mas muitas vezes quem atribui os tamanhos somos nós.

 

De uns tempos para cá, tenho observado a quantidade de coisas que podem passar em um dia, e em que velocidade estonteante. E nesses dias de chuva…

certamente, algo vai mal. Alguma coisa está muito fora da ordem.

 

Enquanto isso, na sala de justiça… vamos trabalhar. Estou tentando visitar pelo menos duas galerias por semana, para começar a conhecê-las e fazer alguns contatos. Na última sexta-feira levei meu portfólio para uma delas. Com certeza estou mais animada, mas é estranho, porque essa semana tomei consciência que não é como no início. Não tenho mais aquela paixão com a arte, no sentido de achar que se não fizesse isso, morria. Ao mesmo tempo, não é mal, é como se fosse uma relação mais madura, agora arte é uma parcela da minha vida, entre outras coisas. Talvez isso seja parte de envelhecer, porque redimensionamos nossas prioridades, na nossa existência parece que cabe mais.

 

Hoje, me propus a fazer minha matrícula em um curso de web design e de francês. Mas essa chuva… ¡joder!

 

Semana passada, uma mescla de notícias boas e ruins. De bom, meu pai parece bem melhor e, ainda que mantenha a cautela, tenho a sensação que será um período mais tranquilo. De triste, um grande amigo muito doente que está difícil não pensar. Como sempre, a vida se alternando.

 

Ontem vi um filme e em determinado momento um pai se refere ao filho com a seguinte frase, “não me lembro de vê-lo um dia inteiro triste”. Fiquei pensando nisso e é interessante como na infância as tristezas, como as alegrias, são efêmeras. A vida é instantânea. Cheguei a conclusão que isso não muda quando ficamos adultos, no nosso dia sempre há motivos para alegria ou tristeza. Simplesmente, fazemos uma opção de onde colocar o maior peso. Talvez nem sempre seja uma opção, mas muitas vezes quem atribui os tamanhos somos nós.

 

De uns tempos para cá, tenho observado a quantidade de coisas que podem passar em um dia, e em que velocidade estonteante. E nesses dias de chuva…

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