65 – Finalmente!

Finalmente, chegou o dia do meu aniversário e com ele se foi o inferno astral! Vai gostar de festa assim lá longe, viu? Começou na véspera, com meus amigos legais e internacionais. Deu tudo certo!

 

Como sempre, me empenho na produção: velas, decoração, comidinhas, música. Acho uma delícia ficar pensando em quem-gosta-do-que-mesmo e dar um toque de cada um. Sei lá, acho que é uma maneira de fazer com que as pessoas se sintam bem vindas. Vale a pena pelos amigos do coração que fazem nossa vida melhor e nossa casa mais feliz.

 

Dei até uma de cupido. Não sei se vai funcionar, “que seja infinito enquanto dure”. O importante é dar beijo na boca.

 

Não comprei nenhuma torta ou bolo, na esperança de que ninguém lembrasse de cantar parabéns. Em vão! Dessa vez foi em três idiomas: espanhol, português e alemão. No último, fora a melodia, só entendi meu nome. Mas vá lá, até isso achei divertido, devo estar realmente ficando velha.

 

Só ganhei presente legal! Já fui começando logo a usar o que podia na mesma noite, nem deu tempo de esfriar.

 

De bebidas, como sempre, o sucesso é a caipirinha. Acho muito engraçado como sobra vinho. Quer dizer, sobra na festa, porque depois faço muito bom proveito. Eu mesma, parti logo para a agressão e fui de Blue Label. No aniversário eu mereço, né? Chutei o balde sem piedade e adorei. Quando estou bem, minha resistência ao alcool é muito grande. Engraçado isso de como nosso humor interfere na maneira que o corpo absorve a bebida. Não acordei com um dorzinha de cabeça sequer. Resaca zero!

 

Fiquei com pena do Luiz, que chegou do Cairo no mesmo dia, morto de cansado! Resistiu bravamente até o fim da noite que, inclusive, foi prolongada da nossa casa para o melhor lugar para dançar de Madri, o El Junco, é claro!

 

No dia seguinte, ai que preguiça! Ganhei café na cama, o maior luxo do mundo do melhor marido do mundo. Até meu gato veio me acordar com gracinhas ronronantes. Ficamos morgando em casa, curtindo o feriado. Aproveitei boa parte do tempo para responder as mensagens de parabéns da família e dos super amigos espalhados pelo mundo. Pelo telefone, falei com minha mãe, meu pai, meu irmão, uma amigona do Rio, horas e horas com uma amiga de Munique, meu avô e amigos daqui mesmo que não puderam vir na festa. Nessas horas, confesso que bate um pouco de saudade, mas daquelas boas, não as que te derrubam.

 

Putz, estou muito piegas hoje! Amanhã tudo volta ao normal, mas como é bom ter um dia em que a gente se sente especial e querida. Tenho muita sorte e estou feliz.

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