80 – As voltas, para casa e para Madri

Chegar na casa dos meus pais foi bom, claro que muito melhor que o hospital. Ainda assim, estávamos preocupados, meu medo é que meu pai relaxasse e começasse a abusar. Essa teimosia dele tem um lado bom, que é o de não se deprimir nem se entregar, mas também tem um lado enlouquecedor de quem está em volta. Às vezes, preferia que ele tivesse um pouco de medo, um mínimo de respeito aos próprios limites. A gente precisa saber envelhecer e essa é uma lição que estou tentando aprender mais cedo.

 

Ele saiu do hospital com uma medicação provisória, mas precisava ser visto por seu cardiologista na próxima quarta-feira, exatamente uma semana depois, para revisar essa medicação e iniciar seu tratamento, em conjunto com o neurologista. Nós estávamos plenamente conscientes que o caminho era longo e o fato dele estar em casa era uma boa notícia, mas ele ainda corria e corre riscos. Era necessário se adaptar à nova condição, o que ainda não significava relaxar.

 

Durante o dia, minha mãe se lembrou que eu havia levado meus exames para o Rio e ligou para o mastologista, amigo deles. Foi a esposa dele, sua amiga, quem se encarregou de achar uma brecha e pediu que eu passasse na casa deles no dia seguinte, às 8:00hs, antes dele sair para o trabalho. Todos moram muito perto. Admito que havia esquecido um pouco disso, meu plano era tentar marcar uma consulta com ele durante a semana, mas quer saber, assim era bem melhor, já resolvia de uma vez.

 

Chegou a noite e não parecia que seria nada calma, meu pai continuava inquieto como no hospital e pior, porque agora tentava fazer mais coisas. Insistia em ir à janela abrí-la, o que nos deixava em pânico, porque o parapeito era na verdade um paracoxas, muito baixo, e considerando que seu equilíbrio era precário, o risco dele cair lá embaixo não era pequeno. Só para complicar um pouquinho, porque tínhamos poucos problemas.

 

Sim, ele levantou algumas vezes durante a noite, entre elas, o catamos abrindo a janela outra vez, quase caindo e depois indo para cozinha às 3:00hs da matina, querendo porque querendo fazer o café. Estávamos as três levantadas, minha tia, minha mãe e eu. Aquela história de revezar não estava adiantando muito, ele ocupava as três. Irritada, estava voltando para o quarto de saco cheio, quando minha mãe me chamou de volta, ele estava caindo. Levamos ele de volta para a cama, que reclamava e brigava sem parar.

 

Quando amanheceu, por volta das 6:30 hs, sentamos para tomar café. Começamos a pensar na possibilidade de contratar algum acompanhante para ele, porque assim, quem não ia aguentar era minha mãe. O problema é que isso modificava toda a dinâmica da casa e ainda não sabíamos o tempo que essa situação levaria para se resolver.

 

Pensava calada na minha casa, na minha cama com edredon branco, no Luiz dormindo, no meu gato ronronando no meu nariz. Tudo parecia absolutamente inacessível, distante.

 

Nisso levantou meu pai também e sentou conosco. Começamos a conversar com ele muito aborrecidas contando sobre a noite infernal. Ele tinha o aspecto triste e nos perguntou se a gente achava que ele fazia isso de sacanagem. Quando perguntamos se ele não lembrava do que tinha feito, ele disse que não, e eu acreditei. Ele parecia realmente não se lembrar. Ficamos meio confusas, mas dessa vez não me aborreceu, talvez houvesse outra maneira de lidar com tudo aquilo, mas agora sentia que ele não estava fazendo de propósito. Não era apenas uma questão de teimosia, faltava uma certa lucidez.

 

Deu a hora de encontrar o mastologista e lá fui eu com meus exames. Ele analisou, não me assustou, mas diferente da médica espanhola que me sugeriu sentar e observar meus cistos crescerem, achou que deveria tirá-los. Era relativamente simples, através de uma punção. Não que uma punção nos seios me parecesse agradável, mas àquela altura, estava meio anestesiada e isso me parecia bastante simples. O melhor é que resolveria de uma vez. De qualquer maneira, ele achou que meus exames não tinham boa qualidade e me pediu uma ecografia colorida de não sei o que. Ele mesmo ligou para clínica e me encaixou às 11:00hs do mesmo dia, um favor sem tamanho.

 

Não vou mentir que não estava nem ligando, é óbvio que a palavra biópsia me caía mal, simplesmente acho que não tinha mais espaço na cabeça para me preocupar. Chega uma hora que você precisa acreditar que vai dar certo. Posso não ter nada e resolver isso de uma vez, e se tiver, foda-se, tenho que tratar, então melhor saber logo também.

 

Fiz o tal exame, minha tia foi comigo. Não eram só dois, um pequeno e um maior como me disseram em Madri. Eram cinco cistos, os dois, praticamente do mesmo tamanho e outros três que não haviam sido encontrados antes. Fantástico, agora tenho um cacho de uvas!

 

Tratei de pelo menos fazer uma cara melhorzinha e chegar em casa como quem acredita que fazer a punção era praticamente tirar uma espinha. Talvez fosse. Resolvi nem me perguntar o que faltava agora, vai que aparece mais!

 

Na sexta-feira, fui buscar com minha mãe alguns exames pendentes do meu pai no hospital, os últimos resultados sairiam na quarta-feira seguinte, dia em que marcamos que o cardiologista fosse em casa. Na volta, pegamos uma taxista meio estressada, meio engraçada. Não dei muito papo, mas minha mãe sim.

 

Quando saltamos, ela olhou para minha cara e disse, estava só esperando para ver o que você ia dizer. E eu, mas dizer o que? E ela, mas você não vai dizer nada? Não vai fazer nem uma piadinha irônica? Nem acredito!

 

Era verdade e era estranho. Não tinha vontade de sorrir, nem de conversar, nem de acordar, de nada. E para completar, tinha perdido a habilidade de manter o bom humor.

 

Caraca! Aquilo me acendeu uma luz vermelha do tamanho de um bonde. Eu sei que a situação era complicada, pode parecer razoável que não quisesse brincar um pouco. Mas quem me conhece sabe que uma das últimas coisas que perco nos momentos de crise é o humor. Negro, irônico ou sarcástico, não importa, nos piores momentos, sempre dou um jeito de rir dos outros e de mim mesma. A não ser quando estou com muita raiva, mas não era o caso ou será que era?

 

Não dava para mudar de uma hora para outra, mas tratei de me policiar. Só o que faltava era eu resolver assumir o papel de vítima. Arg!

 

Voltei com os exames no mastologista e ele definitivamente me recomendou tirá-los. Disse também que, pelos exames, tudo ia a meu favor e não parecia ser nada maligno. Conseguiu me encaixar para fazer tudo logo na segunda-feira de manhã. Mais um favor sem preço. A sensação de alívio por conseguir resolver era tão grande, que honestamente abafava o nervoso de fazer as punções. E sim, fiz tudo. Meio chatinho, mas também bem rápido, minha mãe foi comigo, aproveitando que minha tia ainda estava em casa. Não tenho os resultados ainda, mas tenho bom pressentimento e cinco cistos a menos.

 

Enquanto isso, na sala de justiça… meu pai foi melhorando. As melhoras eram lentas, mas todo dia notávamos algo positivo. Quanto mais ia melhorando, também me parecia mais colaborativo, às vezes quase ajuizado.

 

A propósito, quanto à janela, seguimos a sugestão da minha prima e colocamos uma mesa na frente. Ele não tinha força para empurrá-la, na verdade, custava a entender que ela estava fora de lugar. Além do mais, na hipótese de resolver tirá-la dali, a gente tinha tempo de escutar o barulho e fazer alguma coisa.

 

Fui apelidada de sargento Bianca, não sei porque. Talvez porque estava só um pouquinho mais rígida na alimentação. É que a casa dos meus pais é uma casa de gordos, eles sabem fazer comidas gordas. Que não sejamos todos obesos é um verdadeiro milagre de metabolismos surreais.

 

Meu pai precisava fazer dieta urgente, evitar gorduras, açucares, sal, potássio e proteínas. Na saída do hospital, a nutricionista havia nos dado uma lista de alimentos recomendados e proibidos, que segui praticamente à risca. Juro, nem segui 100% porque conheço as feras, minha mãe inclusive, e se apertar muito a corda ela rompe. Em uma semana e meia, meu pai havia perdido 10 kgs. Não foi só por essa dieta, é verdade que nos primeiros dias ele não estava comendo quase nada, mas sim que ajudou bastante a manter a curva descendente.

 

Ok, eu estava mesmo um sargentão!

 

Chegou um momento que achei que era hora de voltar para casa. Não tinha muito mais o que agregar do que a companhia. As decisões foram tomadas, agora tudo depende muito mais de como meu pai se comporte. No início, minha mãe estava um pouco atordoada, mais do que razoável, mas se é que não chegou, certamente chegaria o momento em que gostaria de assumir as rédeas da própria casa. Eu também tinha a minha para cuidar.

 

Acabou optando por contratar uma empregada, ao invés de uma acompanhante. Melhor assim, teria mais tempo para dedicar ao meu pai e a ela mesma. Ela não pode esquecer que tem sua vida.

 

Minha volta foi marcada para domingo, 26 de outubro. Em 20 dias nossa vida havia dado piruetas, ainda estava buscando o chão. Para mim, era como se tivesse passado muito mais tempo que isso, provavelmente pela intensidade de toda a situação.

 

Em casa, tentava ser um pouco mais paciente com os telefonemas. Eu ia embora, e no dia-a-dia é com seus amigos que meus pais contam. É sempre com os amigos que contamos. Assim mesmo, me custava ouvir o telefone tocar o dia inteiro e repetir e repetir e repetir a mesma história. A televisão, sempre altíssima, ressoava na minha cabeça. Sabia que também estava chegando ao meu limite, talvez porque finalmente havia uma data para voltar.

 

No caminho para o aeroporto, minha mãe me acompanhou no taxi. Não sabia muito o que dizer, tudo me dava vontade de chorar, então melhor ficar quieta. Fui olhando a cidade e pensando que parecia não estar ali, não encontrei ninguém, não fui praticamente a lugar nenhum, nem tive vontade.

 

Embarquei para Madri meio triste. Por um lado, queria muito voltar para casa e seguir a vida como deve ser, mas por outro, era muito difícil cortar o cordão. A gente fica naquela dúvida se está fazendo o certo, fica meio fora de lugar.

 

Achei que fosse chorar a viagem inteira, mas não me caiu uma lágrima. Às vezes, me batia uma sensação parecida à claustrofobia, até hoje tenho sentido um pouco disso, mas respiro fundo, me concentro e passa.

 

Um último suspense me aguardava na chegada, precisava passar na imigração sem a maldita carta de regresso ao país. Não foi um mar de rosas, senti a pressão e não foi pouca, precisei explicar a história, mais uma vez, mas entrei.

 

Luiz foi me buscar no aeroporto. Outra vez tive a sensação que ia despencar de chorar, e outra vez não chorei.

 

Percebi que não estava voltando, não tinha mais para onde voltar, acabou. Começava outra etapa, tenho certeza que sou outra e não tive tempo de me despedir. Talvez seja melhor assim, como meus pais, também preciso aprender a envelhecer, todos nós precisamos um dia.

 

Passei de segunda à quinta-feira de pijamas, sem atender o telefone.

 

Na quinta, cutucada pelo Luiz e pelas amigas, resolvi aparecer no coral. Não estava com a melhor cara do planeta, mas era a que tinha. O mundo não parou, tudo de bom e ruim continuou acontecendo e é assim que tem que ser.

 

12 comentários em “80 – As voltas, para casa e para Madri”

  1. Bianca, que bom que se as coisas não melhoraram dramaticamente, pelo menos se definiram um pouco em sua vida. Senti neste teu último post uma descarga emocional, como se você precisasse jogar tudo pra fora, numa tentativa desesperada de despoluir a mente. Isso se chama catarse. O blog é um caminho, mas talvez melhor será fazer isso ao vivo com o Luiz e seus amigos.

    Eu entendo um pouco seu drama, pois hoje sou o pai de minha mãe, que é muito idosa e tem Alzheimer. Por mais que eu tente, já aprendi que não consigo controlar todos os fatores de risco à sua volta (acompanhantes que dormem e a deixam sem vigilância, doces que são servidos sabendo que ela é diabética, médicos incompetentes, solidão, meus irmãos que às vezes não apoiam, etc).

    O consolo que acho nisso tudo é pensar que para viver temos que vivenciar (as coisas boas e as ruíns). Faz parte do pacote.

    Boa sorte!

    Augusto

  2. Oi, Augusto!

    É verdade, não dá para controlar tudo e nem teria esse direito. Aqui só contei meu lado da história, o único que posso ter certeza, mas há muitos outros lados, como o da minha mãe e o do meu pai, por exemplo.

    E sim, o blog é onde descarrego o que está na cabeça, às vezes, pelo menos para mim, escrever organiza o pensamento e coloca as coisas do seu devido tamanho. Mesmo que antes gere essa catarse, mas se não colocar para fora, não tenho como resolver. E o que sai, às vezes é bom e outras não.

    Também sei que, como você disse, faz parte do pacote e nem posso reclamar da vida. Mas há dias que somos mais felizes que outros, é assim mesmo.

    Meu pai, felizmente, vem melhorando e acredito que vá sair dessa. Se será igualzinho ao que era antes, quem vai saber, mas nenhum de nós é. Se a gente olhar tudo que aconteceu e que poderia ter acontecido, acho que ele está ótimo. Com o tempo acredito que aprenderemos a lidar com a situação. Realmente acho que ele pode voltar a ter uma vida normal, vai depender muito dele.

    É um período difícil, mas vai passar, como outros já passaram.

    Ainda falta ler sua viagem a Portugal, vou aparecer lá pelo seu blog.

    Besitos

  3. Oi Bianca,

    Pelos pacientes q tratei de AVC, vejo q seu pai vem se recuperando muito bem, e muito rápido…isso é muito bom, pq tem casos q demoramos meses para termos uma pequena melhora…quase imperceptível….

    E é verdade, sua recuperação depende muito mais dele do q das pessoas q o cercam, mas aos poucos a ficha dele vai caindo, e tudo vai entrando nos “eixos”..

    E tudo o q acontece serve de espelho para nós, pois tbm envelheceremos um dia, mas se for com responsabilidades tudo será mais fácil…não acha!!??

    Bjos

  4. “Pues nada, guapa”… a barra foi grande, mas passou… olha aí o que a sua amiga disse em cima… tenha fé que ele vai melhorar muito, muito, muito mais… e logo, logo, essa viagem que deu tudo errado vai se repetir, e vai ser como você havia sonhado. Você vai ver…

    Sei muito bem o que vc quer dizer… quando o meu pai foi operado de câncer em 2005, eu fui correndo com uma malinha com meia dúzia de peças e nao vi ninguém, nenhuma amiga, nao passeei, fiquei o tempo todo enfiada em hospital… mas depois de cinco meses, ele veio me visitar aqui, estava ótimo. Nem parecia que tinha tirado 10 cm do intestino e ficado quase uma semana na UTI…

    Vai por mim, essa foi uma fase ruim que PASSOU.
    Besitos!

  5. Menina, ouça Atahualpa Yupanki:

    “es mi destino, piedra y camino, un sueño lejano y bello, viday, soy peregrino”

    Beijos,

  6. Oi, Renata!

    Como leiga, também acho que ele está se recuperando bem rápido. Essa semana ainda vai fazer um mês que ele teve o AVC e em uma circunstância nada favorável. Falta um pouco de paciência dele e nossa. Quando a gente para e é um pouco razoável, vemos que é tudo muito recente. Tem algum pepino em paralelo, talvez nos rins, que a gente acabou descobrindo em função dos exames, mas prefiro esperar todos os resultados antes de realmente me preocupar. Depois, quando você tiver um tempo, queria conversar sobre esses seus pacientes de AVC, ainda estou aprendendo muito sobre o assunto.

    E também acho que envelhecer com responsabilidade fará a coisa mais fácil e pode ter certeza que tenho pensado bastante nisso. Na prática, não é que envelhecerei um dia, já sou bauzaca… heheheh… gostando ou não, alguns limites começaram a aparecer. Mas olha que ainda dou um caldo 🙂

    Besitos

  7. Oi, Luiz Paulo!

    Como sempre, em sintonia. Ontem mesmo estava escrevendo para uma amiga sobre destino (li não sei onde, você deve saber), que é como uma maré, você tem o livre arbítrio de nadar contra ou a favor.

    Você imagina quantas vezes já pensei no Caminho durante essa história? Por três vezes cheguei, mas precisei perder o couro dos pés duas delas até chegar sem bolhas. Algumas experiências não tem preço.

    Besitos

  8. Oi Bianca
    Ai que canseira, só de lêr.
    Ainda bem que voce já voltou pra sua vida e pro Luiz.
    Aproveite pra recuperar as energias pro “niver” que deverá ser comemorado, comemore a saúde e a vida, a nova que virá e as que permaneceram no seu devido lugar.
    Beijos de todos.
    Marianne

  9. Oi, Marianne!

    Só para esclarecer, não, não estou grávida, eu sei que você acha que estou e não conto aqui por causa da tal história dos três meses…heheheh… mas não é verdade e se eu estivesse, não teria problema nenhum em contar. Relaxa, você está mais ansiosa do que eu! 🙂 Tudo tem seu tempo e algumas coisas não tem mesmo que ser, então, muita calma nesse momento.

    Aliás, considerando que passei esse último mês quase todo fora, se estivesse grávida, era melhor chamá-lo de Jesus e ser do Espírito Santo, ou teria alguns problemas para me explicar em casa!

    Já estou mais descansada, fica tranquila. Mas resolvemos viajar no aniversário, conto na próxima crônica.

    Besitos

  10. Opa!!!

    Menos um… agora só falta o “saravá”!!!

    Saúde, minha amiga… sempre ouvimos falar que é o principal e que o resto vem, e não existe nada mais verdadeiro.

    Te digo por aqui o que disse antes em outra parte: parabéns. Estou orgulhosa de você. Conseguiste administrar tudo de maneira fantástica. E a impaciência, um ou outro descontrole faz parte do processo. Natural. O choro veio (ou virá?) quando for a hora. Tudo a sua hora…

    Agora, não se engane: você até pode ter envelhecido com isso ou ter aprendido a envelhecer, mas nunca deixarás de ser “una niña”. Sempre. Quando menos esperares estarás fazendo alguma merda, tendo alguma atitude infantil ou, pelo menos, deixando teus olhos brilharem com algo extremamente simples… é assim. Com o tempo nos tornamos mais adultos e também mais conscientes de que somos apenas crianças crescidas.

    Beijos, lindona, e aproveita teu niver… bem, sobre isso falo no “saravá”.

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