116 – A vida pós feriado

A volta às aulas foi mais tranquila do que imaginei. Acredito que a semana de férias recarregou minhas baterias e revi as prioridades. Muita água ainda vai rolar, mas é muito bom quando a gente consegue ir passo a passo, tentando não se atropelar.  

O mundo ainda me parece difícil, mas não impossível. Acho que isso quer dizer que meu otimisto está tentando se recuperar. De qualquer maneira, quem é o louco que está sempre triste ou sempre feliz? Todos temos lados bons e maus e experimentamos altos e baixos, por tanto, no mínimo, posso me identificar com a raça humana e isso já é um começo. 

Ainda é cedo para dizer, mas os novos professores me agradaram e comecei a sentir um interesse maior pelas aulas. Era a sensação que esperava ter no início do curso e não tive. Dessa vez, não precisei fazer tanta força para gostar. Começo a acreditar que continuo artista, mas me falta a resposta do porquê. É que esse porquê muda sempre e, às vezes, custo a entender que preciso perguntar outra vez. Ontem entendi, preciso de novas respostas: por que? Para que?

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